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JF Semanal

Arquivo: Edição de 1/29/2009

Cimeira ibérica coloca IC 31 no mapa

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A ligação, em perfil de auto-estrada, entre Castelo Branco e a fronteira de Monfortinho, através do Itinerário Complementar 31 (IC 31) foi alvo de atenção na recente Cimeira Luso-Espanhola, que decorreu, na última semana, em Zamora, Espanha. Os governos da Península Ibérica estão unidos numa declaração de intenções. O IC 31 avança. A região ganhará uma nova centralidade entre as duas capitais ibéricas. Mas, Espanha já leva largo avanço na concretização dos projectos no terreno.

Mário Soares escreve sobre o "Jornal do Fundão"

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Por ocasião do 63.º aniversário do Jornal do Fundão, o ex-Presidente da República e fundador do PS escreve um artigo de opinião sobre o semanário, onde refere que "O Jornal do Fundão não foi – nem é hoje, ainda – um jornal meramente regional. É um jornal de causas regionais, a defesa da Beira Interior e da Cova da Beira, por exemplo, ou do túnel da Gardunha, mandado fazer por António Guterres, grande amigo de António Paulouro, mas também de causas nacionais, como a defesa dos mais desprotegidos, da liberdade, da independência dos meios de comunicação social, relativamente aos poderes políticos e aos interesses económicos, à defesa e prestígio dos nossos emigrantes".

Como, onde e porquê se morre na Beira Interior
Noplastias malignas, doenças do aparelho circulatório, doenças do aparelho respiratório e todas as causas, excepto causas externas, são quatro grandes problemas de saúde pública associados a factores ambientais e socioeconómicos, cujo risco de morte revelou-se menor na Beira Interior do que nas regiões do Alentejo e Grande Lisboa, no período de 2000-2004. Com taxas reduzidas de mortalidade por um conjunto significativo de doenças, mas extremas, em alguns casos, de internamentos hospitalares pelas mesmas causas, pode dizer-se que à Beira Interior se ajusta bem a célebre frase, “morrer, sim, mas devagar”.


Cinco dirigentes do PS da Covilhã batem com a porta
Na Comissão Política Concelhia (CPC) do Partido Socialista da Covilhã, presidida por Telma Madaleno, ninguém se entende. Na reunião realizada à porta fechada, na noite de segunda-feira, durante cerca de três horas, acentuaram-se as “guerras” internas e as críticas à liderança que, até agora, parece incapaz de apresentar um nome para encabeçar a lista às próximas eleições para a Câmara. A sessão foi ainda dominada por mais cinco demissões da CPC e do Secretariado e pela apresentação de uma moção de censura.

 

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